Piauí
Cendfol treina comunidades terapêuticas para usar novo sistema de acompanhamento dos acolhidos
A Coordenadoria Estadual de Enfrentamento às Drogas e Fomento ao Lazer (Cendfol), realizou, nesta segunda-feira (16), um treinamento voltado para representantes das 35 comunidades terapêuticas parceiras. O objetivo foi apresentar o funcionamento do Sistema de Controle de Acolhimento e Reinserção (SICAR), ferramenta desenvolvida pela Etipi e que passa a ser utilizada oficialmente na gestão das pessoas acolhidas por essas instituições. O lançamento oficial está previsto para o final do mês de junho, no Palácio de Karnak.
Com o SICAR, será possível registrar o perfil dos acolhidos, tempo de permanência, evasões e reinserções, além de dados institucionais e operacionais das comunidades. “Nosso compromisso é tornar a política sobre drogas no Piauí mais eficiente. Para isso, precisamos de dados reais, concretos, que nos ajudem a planejar ações e demonstrar resultados”, destacou a secretária da Cendfol, Simone Pereira.
A plataforma foi inicialmente testada em três comunidades terapêuticas – Fazenda da Paz, Manancial da Vida e Betesda – e, a partir de 1º de julho, será adotada por todas as 35 instituições conveniadas à Cendfol. A diretora de Interlocução Institucional, Karina Sampaio, reforçou que o SICAR vai padronizar o monitoramento e fortalecer o trabalho conjunto entre o poder público e o terceiro setor.
Gerente de Tecnologia da Informação da Cendfol, Marcelo Menezes explicou que o sistema permite o cadastro completo das comunidades e dos acolhidos, com informações institucionais, triagens, histórico de uso de substâncias, escolaridade, entre outros dados importantes. “A plataforma organiza, facilita a gestão e permite o monitoramento em tempo real, o que é essencial para um planejamento mais estratégico”, afirmou.

O coordenador de TI da Cendfol, Eduardo Pessoa, que também participou do desenvolvimento do SICAR com a equipe da Etipi e atua no suporte às comunidades, ressaltou a importância da ação. “Durante o treinamento, os representantes puderam conhecer todas as funcionalidades do sistema e sugerir ajustes. Vamos continuar prestando suporte técnico durante toda a implantação”, disse.
Para Simone Pereira, a iniciativa fortalece a rede de acolhimento e dá mais transparência à política pública sobre drogas. “Queremos dados, queremos diagnóstico, queremos construir juntos uma política sólida, com responsabilidades bem definidas e resultados concretos para os acolhidos e suas famílias”, finalizou.

Fonte: Governo do Piauí
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